Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Excelente texto publicado no Blog “Brasil Acima de Tudo” no dia 10/01/2012

General Rfm Paulo Chagas

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar? Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê! Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros. Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

Fonte: http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=11799&Itemid=1

Video que emudece a idiotia comunista!

Na época que existia o muro de Berlim sempre escutávamos histórias de pessoas tentanto sair do lado comunista, na Alemanha Oriental, para o lado da liberdade na Alemanha Ocidental, normalmente estas pessoas morriam ou eram capturadas pelos comunistas e sumiam. O detalhe interesante e que se torna um poderoso argumento contra o catastrófico e maligno regime comunista está no fato de que nunca se ouvia falar de uma pessoa que por vontade própria quisesse ir para o lado comunista, na Alemanha Oriental, óbvio, afinal lá era o inferno! Este vídeo mostra as maravilhosas cenas da queda do muro de Berlim, é sempre bom relembrar, para não esquecermos jamais!

O comunismo é uma balela, nunca vai funcionar da forma que seus defensores esperam, uma minoria esmagando a liberdade de muitos em nome de uma igualdade que sabemos ser impossível enquanto a raça humana não evoluir moralmente e espiritualmente. É muito fácil fazer discurso bonito quanto se tem o poder nas mãos, aliás este é também o problema central de todos os regimes, entretanto no comunismo isso se torna extremamente maléfico porque o tirano que ocupa o poder destrói as vidas humanas a ferro, fogo e muito banho de sangue

ANO NOVO PARA UM VELHO POVO

A mensagem abaixo foi retirada do blog “Notícias da Rua Judaica” do Jornalista Osias Wurman, é um belo texto que fala do ano novo Judaico. O link para o texto original está em :

www.ruajudaica.com

ANO NOVO PARA UM VELHO POVO

Entramos no final do mês de Elul pelo calendário hebraico. Trata-se do mês mais importante do ano pois celebraremos, ao seu final, o Rosh Hashana, o ano novo judaico de 5771, e também o Yom Kippur, o dia do perdão.

Neste mês é tradição desejarmos um feliz ano novo para todos. Neste período, cada um deve fazer um verdadeiro balanço do ano que passou, levando a credito as boas ações, e a debito os erros.

Ensinam nossos sábios que o arrependimento, as orações e a filantropia podem reverter os maus desígnios do destino.

É fácil concluir que em relação aos principais preceitos do judaísmo, como os Dez Mandamentos, erramos apenas suavemente. Na verdade, o maior perigo reside nos atos errados que praticamos e sequer sentimos que são erros.

Um exemplo claro está nas lições do grande sábio da Torah – o sábio e estudioso Chafetz Chaim.  Lashon Harah, a maledicência, ou falar mal dos outros, é algo que fazemos muitas vezes sem perceber e ignoramos o mal que isto pode provocar.

Em nossa boca temos a mais perigosa das armas de um ser humano, ou seja: a palavra. Para ferir alguém com uma arma é preciso que este alguém esteja em nossa frente ou em nossa direção. Através da difamação, ou Lashon Harah, podemos atingir alguém que está a quilômetros de distancia e até em outro país.

Ao refletirmos sobre os erros do ano que passou, devemos tentar lembrar a quem teríamos ofendido com palavras, ou simplesmente divulgando boatos e mentiras, procurando concertar os danos causados.

Em Rosh Hashana é fundamental concentrar o pensamento nas atitudes, procurando repetir as virtudes e eliminar as falhas.

Este ano, devemos ter em mente durante as orações e festividades, que um jovem judeu ainda está privado de sua tão preciosa liberdade.

Enquanto um só judeu estiver cativo, é como se todos nós judeus estivéssemos cativos!

Refiro-me a Guilad Shalit, o israelense que nesta semana completou seus 24 anos numa prisão do grupo terrorista Hamas, onde encontra-se há mais de 4 anos sem visitas, sequer da Cruz Vermelha.

Falar em paz é falar em respeito mútuo. È falar em humanismo. É falar em amor ao próximo.

Que este ano novo seja cheio de alegrias, saúde, paz e realizações pessoais, com muito orgulho de filhos e netos.

Que o mundo caminhe por avenidas mais largas onde também possam transitar os menos aquinhoados pelo destino.

Que possamos comemorar finalmente a paz justa e definitiva entre árabes e israelenses. Que possamos ter menos desemprego e mais justiça social em nosso Brasil.

Shanah Tovah ! Feliz 5771 !


Fonte desta notícia: www.ruajudaica.com

Linux e o Sistema GNU – Richard Stallman

Escrito por Richard Stallman
(sobre a relação entre o Linux e o projeto GNU)

Texto traduzido por Erik Kohler.


O projeto GNU começou há 12 anos atrás com o objetivo de desenvolver um sistema operacional Unix-like totalmente livre. “Livre” se refere à liberdade, e não ao preço; significa que você está livre para executar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software.

Um sistema Unix-like consiste de muitos programas diferentes. Nós achamos alguns componentes já disponíveis como softwares livres — por exemplo, X Window e TeX. Obtemos outros componentes ajudando a convencer seus desenvolvedores a tornarem eles livres — por exemplo, o Berkeley network utilities. Outros componentes nós escrevemos especificamente para o GNU — por exemplo, GNU Emacs, o compilador GNU C, o GNU C library, Bash e Ghostscript. Os componentes desta última categoria são “software GNU”. O sistema GNU consiste de todas as três categorias reunidas.

O projeto GNU não é somente desenvolvimento e distribuição de alguns softwares livres úteis. O coração do projeto GNU é uma idéia: que software deve ser livre, e que a liberdade do usuário vale a pena ser defendida. Se as pessoas têm liberdade mas não a apreciam conscientemente, não irão mantê-la por muito tempo. Se queremos que a liberdade dure, precisamos chamar a atenção das pessoas para a liberdade que elas têm em programas livres.

O método do projeto GNU é que programas livres e a idéia da liberdade dos usuários ajudam-se mutuamente. Nós desenvolvemos software GNU, e conforme as pessoas encontrem programas GNU ou o sistema GNU e comecem a usá-los, elas também pensam sobre a filosofia GNU. O software mostra que a idéia funciona na prática. Algumas destas pessoas acabam concordando com a idéia, e então escrevem mais programas livres. Então, o software carrega a idéia, dissemina a idéia e cresce da idéia.

Em 1992, nós encontramos ou criamos todos os componentes principais do sistema exceto o kernel, que nós estávamos escrevendo. (Este kernel consiste do microkernel Mach mais o GNU HURD. Atualmente ele está funcionando, mas não está preparado para os usuários. Uma versão alfa deverá estar pronta em breve.)

Então o kernel do Linux tornou-se disponível. Linux é um kernel livre escrito por Linus Torvalds compatível com o Unix. Ele não foi escrito para o projeto GNU, mas o Linux e o quase completo sistema GNU fizeram uma combinação útil. Esta combinação disponibilizou todos os principais componentes de um sistema operacional compatível com o Unix, e, com algum trabalho, as pessoas o tornaram um sistema funcional. Foi um sistema GNU variante, baseado no kernel do Linux.

Ironicamente, a popularidade destes sistemas desmerece nosso método de comunicar a idéia GNU para as pessoas que usam GNU. Estes sistemas são praticamentes iguais ao sistema GNU — a principal diferença é a escolha do kernel. Porém as pessoas normalmente os chamam de “sistemas Linux (Linux systems)”. A primeira impressão que se tem é a de que um “sistema Linux” soa como algo completamente diferente de “sistema GNU”, e é isto que a maioria dos usuários pensam que acontece.

A maioria das introduções para o “sistema Linux” reconhece o papel desempenhado pelos componentes de software GNU. Mas elas não dizem que o sistema como um todo é uma variante do sistema GNU que o projeto GNU vem compondo por uma década. Elas não dizem que o objetivo de um sistema Unix-like livre como este veio do projeto GNU. Daí a maioria dos usuários não saber estas coisas.

Como os seres humanos tendem a corrigir as suas primeiras impressões menos do que as informações subsequentes tentam dizer-lhes, estes usuários que depois aprendem sobre a relação entre estes sistemas e o projeto GNU ainda geralmente o subestima.

Isto faz com que muitos usuários se identifiquem como uma comunidade separada de “usuários de Linux”, distinta da comunidade de usuários GNU. Eles usam todos os softwares GNU; de fato, eles usam quase todo o sistema GNU; mas eles não pensam neles como usuários GNU, e frequentemente não pensam que a filosofia GNU está relacionada a eles.

Isto leva a outros problemas também — mesmo dificultando cooperação com a manutenção de programas. Normalmente quando usuários mudam um programa GNU para fazer ele funcionar melhor em um sistema específico, eles mandam a mudança para o mantenedor do programa; então eles trabalham com o mantenedor explicando a mudança, perguntando por ela, e às vezes reescrevendo-a para manter a coerência e mantenebilidade do pacote, para ter o patch instalado.

Mas as pessoas que pensam nelas como “usuários Linux” tendem a lançar uma versão “Linux-only” do programa GNU, e consideram o trabalho terminado. Nós queremos cada e todos os programas GNU que funcionem “out of the box” em sistemas baseados em Linux; mas se os usuários não ajudarem, este objetivo se torna muito mais difícil de atingir.

Como deve o projeto GNU lidar com este problema? O que nós devemos fazer agora para disseminar a idéia de que a liberdade para os usuários de computador é importante?

Nós devemos continuar a falar sobre a liberdade de compartilhar e modificar software — e ensinar outros usuários o valor destas liberdades. Se nós nos beneficiamos por ter um sistema operacional livre, faz sentido para nós pensar em preservar estas liberdades por um longo tempo. Se nós nos beneficiamos por ter uma variedade de software livres, faz sentido pensar sobre encorajar outras pessoas a escrever mais software livre, em vez de software proprietário.

Nós não devemos aceitar a idéia de duas comunidades separadas para GNU e Linux. Ao contrário, devemos disseminar o entendimento de que “sistemas Linux” são variantes do sistema GNU, e que os usuários destes sistemas são tanto usuários GNU como usuários Linux (usuários do kernel do Linux). Usuários que têm conhecimento disto irão naturalmente dar uma olhada na filosofia GNU que fez estes sistemas existirem.

Eu escrevi este artigo como um meio de fazer isto. Outra maneira é usar os termos “sistema GNU baseado em Linux (Linux-based GNU system)” ou “sistema GNU/Linux (GNU/Linux system)”, em vez de “sistema Linux”, quando você escreve sobre ou menciona este sistema.

Copyright 1996 Richard Stallman

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Fonte: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=49