Desativar hibernação no Windows 7,8 e 10

A hibernação é um recurso útil salva o estado atual do seu computador para que você possa desligá-lo, ou seja, colocar para hibernar e continuar o trabalho mais tarde. Mas se você não usa ou não necessita de hibernar pode desativar esta função e liberar espaço no HD .

Quando usamos a função hibernar o computador salva todo o conteúdo presente na memória RAM do computador no disco rígido para que nenhum dado seja perdido, portanto, o sistema reserva um espaço no HD proporcional a quantidade de memória instalada no micro. Exemplificando, caso seu computador tenha 4 GB de RAM, é possivel liberar até 4 GB no HD.

Para os usuários de Ubuntu ou outra distro desativar vai ser muito útil porque a função hibernação atrapalha na montagem de partições ntfs no Ubuntu, impedindo sua montagem automática.

Para resolver faça assim:

A hibernação do Windows 10 e 8 não é diferente do Windows 7  e vem habilitada por padrao.

Presione a Tecla Windows + X e execute como Administrador o Prompt de comando.

Com o Prompt aberto digite:  powercfg -h off e pressione enter.

Agora a hibernação no Windows 8 esta desativada.

Este método funciona nas versões anteriores também. Essa é uma boa dica pra quem  quiser ganhar algum espaço em disco na partição do sistema operacional.

Firefox: Mecanismo de busca da barra de endereços[update]

Firefox: Mecanismo de busca da barra de endereços[update]
update de 29/03/2014

O Firefox mudou muito desde que escrevi este post Firefox: Alterando mecanismo de busca da barra de endereços, então resolvi publicar também como novo post a fim de facilitar as pessoas com uma nova forma de recuperar sua barra de endereços .

Digite lá na barra de endereços: about:config

Confirme “Serei cuidadoso, prometo”

Depois na barra localizar: browser.search.default

Vai aparecer : browser.search.defaultenginename padrão sntring Google

Se não estivcer escrito Google clique em cima desta linha, uma caixa de texto vai aparecer, então clique em restaurar padrão. De ok e pronto.

Após este procedimento acima, digite em localizar: browser.search.order.

Vai aparecer:
browser.search.order.1 padrão string Google
browser.search.order.2 padrão string Yahoo
browser.search.order.3 padrão string Bing

Caso esteja exatamente assim não faça nada, apenas feche a aba e pronto. caso algum dos ítens, order.1, order.2 e order.3 estejam alterados, clique em cima da linha e altere como já foi explicado.

Dê ok e pronto feche a aba e seja feliz.

Espero que dê certo e ter ajudado.

Steve Jobs and Bill Gates Interviewed together at the D5 Conference (2007)

TDF: Libreoffice é OpenOffice e BrOffice

Reproduzo aqui a recente notícia divulgada pela “comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org” , a criação da fundação independente, TDF – The Document Foundation , “como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software”. Na prática, um rompimento com a Oracle, proprietária da marca OpenOffice.org, e a continuidade de um produto de qualidade superior mantendo a liberdade inicial do Projeto, como foi durante os 10 anos de sucesso e convivência com a Sun Microsystems, fundadora e principal patrocinadora.

Leia abaixo o texto divulgado no site BrOffice:

Tela de abertura do LibreOffice

Comunidade OpenOffice.org cria fundação independente para continuar o desenvolvimento da suíte de escritório livre


Com apoio de gigantes da Tecnologia da Informação, líderes mundiais do projeto OpenOffice.org passam a desenvolver a suíte de forma independente. BrOffice.org – Projeto Brasil faz parte da fundação.


A comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org, a suíte de escritório livre líder do mercado, anuncia uma grande mudança na estrutura do projeto. Depois de 10 anos de sucesso com a Sun Microsystems como fundadora e principal patrocinadora, o projeto lança uma fundação independente chamada “The Document Foundation” (TDF). A Fundação escolheu a marca LibreOffice, internacionalmente, como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software.

O objetivo é ter maior independência na decisão sobre os rumos do projeto internacional, alinhando-o às necessidades de instituições e pessoas que já usam o aplicativo. Já os usuários brasileiros continuarão utilizando o BrOffice.org, cuja marca permanecerá a mesma. Ao integrar-se no esforço de desenvolvimento da The Document Foundation, o projeto brasileiro continua com o mesmo foco: desenvolver o melhor pacote de aplicativos livre para o Brasil.

Uma versão beta, baseada no OpenOffice.org 3.3, com alguns acréscimos, já está disponível para download no site: http://www.libreoffice.org. Desenvolvedores serão convidados a participar do projeto e a contribuir com desenvolvimento do código fonte, bem como tradução, teste, documentação e suporte.

A Oracle, que permaneceu com os ativos do OpenOffice.org, em consequência da compra da Sun Microsystems, foi convidada a participar da nova Fundação, e a doar a marca para a comunidade. Enquanto a The Document Foundation aguarda essa decisão, a marca a ser adotada é “LibreOffice”. A fundação contará com apoios de gigantes mundiais de TI, como a Canonical, Google, Novell, Red Hat e Open Source Initiative.

The Document Foundation apoia o ODF (Open Document Format), e está disposta a trabalhar junto com a OASIS para a próxima evolução da norma ISO”, disse Charles Schulz, membro do Conselho da Comunidade e líder da Confederação de línguas nativas. “The Document Foundation traz para mesa o ponto de vista dos desenvolvedores, apoiadores e usuários, e isso pode acelerar o processo de adoção do ODF nas diversas instâncias governamentais e empresariais”.

Conforme o coordenador geral da BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, a novidade é animadora: “A BrOffice.org – Projeto Brasil em nome da comunidade BrOffice.org sente-se orgulhosa de ser parte integrante da The Document Foundation. Nosso país já possui importantes investimentos no Open Document Format e nas ferramentas de software que o suportam. Apoiamos a The Document Foundation em sua missão e visão e estamos prontos para juntar forças ao processo de desenvolvimento do LibreOffice e BrOffice.org”, afirma Claudio Ferreira Filho.

Olivier Hallot, integrante do Conselho Diretor da TDF e Diretor da BrOffice.org Projeto Brasil, afirma: “O objetivo maior é preservar a qualidade do nosso produto, honrando o compromisso que firmamos com instituições e usuários que utilizam a suíte. É também uma garantia de continuidade e inovação para gestores que planejam adotar o aplicativo e o formato ODF para documentos”.

Declarações de lideranças internacionais

Falando em nome dos grupos de usuários, Sophie Gautier – uma veterana colaboradora da comunidade e antiga mantenedora do projeto de localização da língua francesa – declarou: “Acreditamos que a Fundação é um passo importante para a evolução da suíte, porque libera o desenvolvimento do código e a evolução do projeto das restrições representadas pelos interesses comerciais de uma única empresa. Defensores do software livre ao redor do mundo têm a oportunidade extraordinária de juntar-se ao grupo, como membros fundadores, para escrever um novo capítulo na história do software livre”, afirma Gautier.

Chris DiBona, Gerente de programas de código aberto do Google Inc., comentou o seguinte: “A criação da Fundação é um importante passo para incentivar um maior desenvolvimento das suítes de escritórios de código aberto. O Google se orgulha de ser um apoiador da Fundação e de participar deste projeto”.

“Viva o LibreOffice”, disse Markus Rex, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral de Soluções de Plataforma Aberta da Novell. “Estamos ansiosos para trabalhar com a TDF para ajudar a desenvolver uma sólida oferta de software de documentos de código fonte aberto. Finalmente, nós esperamos que o LibreOffice faça, para o mercado de produtividade para escritórios, o que o Mozilla Firefox tem feito para os navegadores”.

Jan Wildeboer, EMEA Open Source Affairs da Red Hat, comentou: “Em todo o mundo, os usuários, empresas e governos estão migrando para soluções verdadeiramente livres baseadas em padrões abertos. O LibreOffice fornece o elo que faltava, e quanto a Red Hat, estamos orgulhosos em aderir a este esforço “.

Mark Shuttleworth, fundador e acionista majoritário da Canonical, fabricante do Ubuntu, declarou: “Software de produtividade para escritórios é um componente fundamental. O Projeto Ubuntu terá o prazer de incluir o LibreOffice em versões futuras do Ubuntu. O gerenciamento do LibreOffice pela Fundação fornece aos desenvolvedores do Ubuntu um fórum eficaz para a colaboração em torno do código que faz do Ubuntu uma solução efetiva para computador em ambientes de escritório”.

“O Open Source Initiative tem observado uma nova tendência de comunidades colaborativas para software de código aberto”, disse Simon Phipps, diretor da Open Source Initiative.”Saudamos a iniciativa da Fundação e estamos ansiosos para a inovação que ela é capaz de conduzir, com uma comunidade verdadeiramente aberta, reunida em torno de um software livre em comum, no melhor espírito de software de código aberto”.

O que é a The Document Foundation

The Document Foundation é uma Fundação meritocrática, independente e autônoma criada por lideres da antiga Comunidade OpenOffice.org. Eles continuam a desenvolver na Fundação, os dez anos de trabalho dedicado pela comunidade OpenOffice.org. A TDF foi criada na convicção de que uma fundação independente, é o ajuste adequado aos valores de aberturas essenciais da Comunidade, transparência e valorização das pessoas pela sua contribuição. Está aberta a qualquer pessoa que concorde com os nossos valores fundamentais e contribua com as nossas atividades, e congratula-se com a participação das empresas, por exemplo, através do patrocínio de pessoas para trabalhar como iguais ao lado de outros colaboradores da comunidade.

BrOffice.org em 90 mil máquinas na Petrobras

Notícia divulgada na Linux Magazine que reproduzo aqui:

“A Petrobras iniciou neste mês o processo de instalação do BrOffice.org em seu parque de máquinas, estimado em 90 mil computadores. As instalações do programa de código aberto, que pode ser baixado e usado gratuitamente por empresas e usuários domésticos, devem estar praticamente concluídas em aproximadamente dois meses. Ao todo, o novo software contemplará um público interno de cerca de 100 mil pessoas, que serão, inclusive, capacitadas para o uso da nova ferramenta. A estimativa é que o processo gere uma redução de pelo menos 40% na demanda de aquisição de licenças pagas de software proprietário equivalente.

De acordo com a coordenadora de projetos de Tecnologia da Informação da Petrobras, Márcia Novaes, a adoção do BrOffice.org se deu a partir das análises de viabilidade técnica da ferramenta, que concluiu que o software tem maturidade tecnológica e é adequado às necessidades da companhia. Entretanto, o fator determinante foi o econômico, afirma Márcia. “Também definimos a mudança de padrão interno de documentos e adotamos o ODF, que é um padrão aberto com especificações de domínio público, plenamente suportado pelo BrOffice.org”, completa.

Para que a novidade seja rapidamente absorvida pelos usuários, o projeto prevê três fases, conforme esclarece o analista líder do projeto, Gil Brasileiro. Na fase atual, a de instalação do BrOffice.org, os aplicativos apenas estão sendo acrescentados nas máquinas e os usuários comunicados de que existe uma nova ferramenta. Na segunda fase, haverá uma campanha de estímulo ao uso, prevendo treinamento de pessoal. Por fim, a última etapa será de adequação de licenças, em que cada setor poderá avaliar as suas reais necessidades e optar por manter o aplicativo atual com custos de licenciamento associados ao departamento.

A coordenadora Márcia esclarece ainda que alguns setores manterão as licenças para esses programas. São as gerências que necessitam de recursos específicos ainda não atendidos pelo BrOffice.org, ou que utilizam programas que dependem dos softwares de planilha e edição de texto proprietários usados atualmente.

“Uma das estratégias de adequação de licença é que, a partir de um determinado momento, os usuários não recebam mais atualizações de software proprietário, apenas o BrOffice.org”, explica Gil. Se houver necessidade de outra ferramenta, o gerente daquela área poderá fazer uma solicitação, justificando o pedido e arcando com os custos associados. Para montar o treinamento dos funcionários, a Petrobras contou com o apoio da OSCIP BrOffice.org. “Pedimos para que fossem mapeadas as maiores dúvidas dos usuários de BrOffice.org”, conta Gil Brasileiro.

Na fase preparatória do planejamento da implantação do BrOffice.org, a equipe da Petrobras teve reuniões com gestores que lideraram processos de migração para o programa em outras empresas, como Metrô de São Paulo, Banco do Brasil, Itaipu e Serpro. Além do BrOffice.org, a Petrobras também migrou para o navegador de internet Mozilla Firefox. Estas duas experiências com software de código aberto, cujo planejamento iniciou em 2008, são pioneiras na Petrobras, em se tratando de estações de trabalho. Em muitos servidores, a empresa já utiliza o sistema operacional Linux.

Com assessoria de comunicação.”

Zune para Mac e Linux!


Notícia divulgada no Jornal Tecnologia, reproduzo abaixo a notícia,bem interessante.

A Microsoft está considerando se ela deve oferecer o Zune e seus serviços para outras plataformas, incluindo a Apple, afirmou a analista Mary Jo Foley nesta terça.Jose Pinero, diretor de comunicações, disse à Foley que não há garantia de que isto irá acontecer, porém é uma das estratégias que a empresa de Redmond está considerando.“O Zune é um serviço de música e vídeo da Microsoft. E só isso.” disse Pinero. Segundo a analista da ZDNet, isto significa que o futuro do Zune é no ramo de software e serviços e não no de hardware.

Penso que o motivo para esta decisão,caso se efetive, é bem simples,nada a ver com ser ou não bonzinhos,são apenas negócios,e eles sabem muito bem que com a expansão dos dispositivos móveis ( nem vou falar no iphone,a maioria por aqui não tem grana pra bancar um e menos ainda mantê-lo!) a demanda por música e vídeo vai aumentar muito e com isso obten-se mais propaganda,mais market share,mas dinheiro no bolso,além de eventualmente se passar por boazinha.
Além disso a Apple já começou a olhar melhor para nós lançando oficialmente no Brasil a sua Apple Store, tem de tudo lá, menos música e vídeo, e este movimento da Apple não pode ser ignorado,a microsoft não é boba e de marketing eles entendem muito bem.
Já pensou,Zune disponível para usuários de qualquer sistema operacional? Linux,MacOSX,etc? Se acontecer qual será a reação da Apple? Vou esperar tranquilamente e torcer para acontecer e os efeitos da concorrẽncia beneficiarem a nós,usuários. 🙂

SplahTop Linux

Uma notícia muito boa,divulgada na geek.com.br. Reproduzo abaixo.

Nova versão do SplahTop Linux será embutido em placas-mãe de PCs corporativos

Sistema dá acesso ao Outlook e ferramentas corporativas, além de permitir a construção de estações de trabalho “Thin Client” de baixíssimo custo.

Por Antonio Blanc

A empresa norte-americana DeviceVM anunciou uma versão de seu ambiente Linux leve SplashTop, voltada aos usuários corporativos. O SplashTop é equipado com todos os drivers necessários para a máquina onde está instalado, além de softwares para a web como o Firefox e Skype e um media player. O sistema, de início rápido, virá embutido em um chip na placa-mãe.

Já usado em modelos da ASUS, Lenovo, Acer, Sony e LG, o SplashTop é capaz de colocar um usuário na internet em apenas 30 segundos, deixando-o “pronto para trabalhar” em muito menos tempo que o Windows levaria para inicializar (dois minutos ou mais, dependendo da máquina). A versão corporativa, batizada de SplashTop Business, tem recursos únicos como integração com o Microsoft Outlook, suporte a conexões via 3G, rede cabeada e Wi-Fi, suporte a soluções de virtualização como Citrix e VMWare e segurança reforçada.

Na prática o software permitirá que as empresas instalem estações de trabalho sem disco rígido, a preço baixíssimo, trabalhando como “Thin Clients” com acesso a recursos de TI internos e aplicativos e serviços na Web, o que reduz custos com hardware, configuração e manutenção. É possível, por exemplo, configurar o Thin Client para trabalhar como terminal remoto de um servidor Windows – o usuário nem percebe que está trabalhando em um Linux.

Segundo a DeviceVM, a nova versão corporativa do SplashTop estará disponível em máquinas “dos três maiores fabricantes de PCs” até o final do ano. A Dell é uma das empresas que já demonstrou oficialmente interesse no produto.

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