Olavo de Carvalho – Por que o socialismo não pode dar certo? – True Outspeak – 18/07/2012 – YouTube

Olavo de Carvalho – Por que o socialismo não pode dar certo? – True Outspeak – 18/07/2012 – YouTube.

 

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Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Excelente texto publicado no Blog “Brasil Acima de Tudo” no dia 10/01/2012

General Rfm Paulo Chagas

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar? Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê! Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros. Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

Fonte: http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=11799&Itemid=1

Video que emudece a idiotia comunista!

Na época que existia o muro de Berlim sempre escutávamos histórias de pessoas tentanto sair do lado comunista, na Alemanha Oriental, para o lado da liberdade na Alemanha Ocidental, normalmente estas pessoas morriam ou eram capturadas pelos comunistas e sumiam. O detalhe interesante e que se torna um poderoso argumento contra o catastrófico e maligno regime comunista está no fato de que nunca se ouvia falar de uma pessoa que por vontade própria quisesse ir para o lado comunista, na Alemanha Oriental, óbvio, afinal lá era o inferno! Este vídeo mostra as maravilhosas cenas da queda do muro de Berlim, é sempre bom relembrar, para não esquecermos jamais!

O comunismo é uma balela, nunca vai funcionar da forma que seus defensores esperam, uma minoria esmagando a liberdade de muitos em nome de uma igualdade que sabemos ser impossível enquanto a raça humana não evoluir moralmente e espiritualmente. É muito fácil fazer discurso bonito quanto se tem o poder nas mãos, aliás este é também o problema central de todos os regimes, entretanto no comunismo isso se torna extremamente maléfico porque o tirano que ocupa o poder destrói as vidas humanas a ferro, fogo e muito banho de sangue

Para quem ama o Rio……

Ressaca na avenida Beira-Mar, década de 10

Ressaca na avenida Beira-Mar, vista do alto

Ressaca na avenida Atlântica em 1921, com a destruição da calçada

Ressaca na avenida Atlântica, década de 60

Ressaca na avenida Atlântica,1961

Ressaca cais do Mercado Municipal

A grande ressaca na praia do Flamengo, em 8 de março de 1913, que isolou o Palácio do Catete.

Video – Os Subterrâneos de Drácula

Documentário interessante sobre o verdadeiro Conde Drácula, não o de hollywood, mas Vlad Tepes.

A Pedra Fundamental De Um Acordo

A questão entre Israel e Palestina já é conhecida de todos nós. Eventualmente no noticiário televisivo da noite quando estamos confortavelmente no sofá de nossa casa depois de um dia de labuta ficamos sabendo de mais coisas, entretanto percebemos que a questão é complexa e não vemos solução imediata, obviamente que não somos especialistas em diplomacia internacional e aí a coisa fica mais obscura para o cidadão Brasileiro. Porém, um sentimento sempre se evidencia quando o jornal da noite fala sobre Israel e Palestina, uma leve apreensão no peito e a pergunta: Por que é tão difícil um entendimento? O povo Brasileiro é pacífico por natureza, avesso a guerra, fraterno com outros povos e tradições, aqui no Brasil todos os povos e tradições tem seu espaço e convivem bem, por isso ficamos tão intrigados, como povo, com questões deste tipo que não são resolvidas facilmente lá fora. O Artigo que transcrevo abaixo me foi enviado por e-mail pelo Editor do jornal online, www.ruajudaica.com , onde estou cadastrado para receber periodicamente as notícias. Pedi autorização do editor da Rua Judaica para postar o artigo abaixo que considero esclarecedor. Boa Leitura.

Paulo Geiger

As negociações diretas entre israelenses e palestinos têm como objetivo declarado a busca de um acordo para o fim do conflito e, finalmente a paz. É consenso, apesar de muita oposição de setores radicais de ambas as partes, a perspectiva de que essa paz se baseie na existência e convivência de dois estados nas terras que hoje formam o Estado de Israel, os territórios ocupados por Israel e a faixa de Gaza: um estado judaico (Israel) e um estado palestino (Palestina).

Não vou aprofundar aqui a questão da oposição acima mencionada, embora sejam oposições de características e pesos assimétricos: enquanto a oposição israelensee terá de ser –  e será, como foi no acordo de paz com o Egito em 1979, e como na retirada unilateral da faixa de Gaza, em 2005 – imposta pelo governo aos dissidentes, um eventual acordo assinado pelos líderes da Autoridade Palestina não será respeitado – sem que a AP tenha força para impor sua decisão – pelo Hamas, pelo Hizbolá, pelo Irã, e possivelmente, a julgar pelo rumo atual dos acontecimentos, pelo Líbano, pela Síria, pelo Irã e até pela Turquia. Ou seja, enquanto um compromisso israelense teria a garantia da responsabilidade institucional e a força da democracia israelense pa ra impô-lo e consolidá-lo, os palestinos não podem, nem querem, garantir que poderão impor esse compromisso, e colheriam os frutos sem necessariamente terem de pagar o preço, sem nem mesmo poderem ser acusados de violação, já que a oposição seria externa’ e contra a sua vontade.

Mas aqui pretendo examinar apenas o compromisso que os palestinos ‘moderados’ estão dispostos – ou não –  a assumir para um acordo de paz, a começar pelas próprias negociações. No entrechoque das exigências de pré-condições que permitam as negociações, de novo assimetria: o que os palestinos, oficialmente, exigem é a prorrogação do congelamento de construções de casas judaicas em Jerusalém e nos territórios. É uma questão eventual e quase irrelevante, a não ser para os  próprios colonos e as alas mais radicais da sociedade israelense: um futuro acordo necessariamente delimitará as fronteiras dos dois estados, e não serão casas recém-construídas que servirão de referência para isso. Ou seja. &ea cute; uma exigência que pode ser facilmente retirada sem implicações reais para o acordo, ou facilmente cumprida pelos israelenses, se for a única coisa que impeça  o prosseguimento das negociações.

Mas a condição israelense é fundamental para definir qual será a natureza do acordo final: o reconhecimento pelos palestinos de que Israel é um estado judaico. A importância dessa exigência não é simbólica, ela define não a tática, mas a visão estratégica palestina da futura coexistência: se é a aceitação de uma convivência definitiva, ou se é um passo tático para o objetivo final do fim do ‘estado sionista’, que é como Israel é, com viés pejorativo e acusatório, definido por eles. Esta é a tática que foi defendida pela Carta Palestina de 1964, e pela OLP de Iasser Arafat. Passo a passo, sem abrir mão do objetivo final. Como claramente indicado pela insistência do ‘retorno de refugiados’ da guerra de 1948 (guerra que eles mesmos começaram) não para o estado palestino a ser criado, mas para dentro de Israel, transformando automaticamente Israel, pela prevalência demográfica, em mais um estado árabe, provavelmente com mudança na bandeira, na língua oficial, no hino nacional, nas relações com o povo judeu. Foi essa exigência que impediu a criação de um estado palestino já em Camp David, no início do século, e é a visão de uma Palestina integralmente ‘não sionista’ que impediu a criação de dois estados já em 1947.

A justificativa ridícula que o presidente da Autoridade Palestina evoca ao dizer que ‘nunca reconhecerá a natureza judaica de Israel’ é a de que não lhe cabe determinar qual será essa natureza. Claro que não. Assim como Israel não pode determinar qual será a natureza do estado palestino, mas estará implicitamente reconhecendo como ‘estado palestino’ quando, e se, assinar um acordo. ‘Judaico’ não quer dizer, nunca quis dizer na história do sionismo moderno, ‘da religião judaica’. ‘Judaico’ quer dizer ‘do povo judeu’: o estado nacional judaico. Assim como existem mais de quinze estados nacionais árabes, de maioria muçulmana (mas onde teoricamente convivem outras religiões). O fato de o povo judeu professar somente o judaísmo não define o car&aacu te;ter religioso do estado judaico. A religião judaica, ao contrário do Islã radical, não é institucional (a influência religiosa na vida política de Israel ocorre por motivos políticos, e não religiosos). A confusão não é semântica, é política. Não cabe a ninguém mais, a não ser os israelenses, determinar a futura natureza do Estado de Israel. Assim como as populações árabes determinam a natureza árabe de seus estados. Mas a recusa dos  palestinos de reconhecerem o que os israelenses concebem HOJE como sua natureza (estado nacional do povo judeu) é indício claro de sua intenção: manter aberta a opção de ‘desjudaizar’ Israel, ou ‘dessionizar’ Israel, o que é a mesma coisa. É a continuação do objetivo estratégico palestino (e radical islâmico) que impediu a paz e a convivência desde sempre. Não é uma questão de retórica, é a pedra fundamental de qualquer acordo sincero.

(Especial para Rua Judaica)


Os mapas do local

Localização da Faixa de Gaza.

Localização da Faixa de Gaza.

ANO NOVO PARA UM VELHO POVO

A mensagem abaixo foi retirada do blog “Notícias da Rua Judaica” do Jornalista Osias Wurman, é um belo texto que fala do ano novo Judaico. O link para o texto original está em :

www.ruajudaica.com

ANO NOVO PARA UM VELHO POVO

Entramos no final do mês de Elul pelo calendário hebraico. Trata-se do mês mais importante do ano pois celebraremos, ao seu final, o Rosh Hashana, o ano novo judaico de 5771, e também o Yom Kippur, o dia do perdão.

Neste mês é tradição desejarmos um feliz ano novo para todos. Neste período, cada um deve fazer um verdadeiro balanço do ano que passou, levando a credito as boas ações, e a debito os erros.

Ensinam nossos sábios que o arrependimento, as orações e a filantropia podem reverter os maus desígnios do destino.

É fácil concluir que em relação aos principais preceitos do judaísmo, como os Dez Mandamentos, erramos apenas suavemente. Na verdade, o maior perigo reside nos atos errados que praticamos e sequer sentimos que são erros.

Um exemplo claro está nas lições do grande sábio da Torah – o sábio e estudioso Chafetz Chaim.  Lashon Harah, a maledicência, ou falar mal dos outros, é algo que fazemos muitas vezes sem perceber e ignoramos o mal que isto pode provocar.

Em nossa boca temos a mais perigosa das armas de um ser humano, ou seja: a palavra. Para ferir alguém com uma arma é preciso que este alguém esteja em nossa frente ou em nossa direção. Através da difamação, ou Lashon Harah, podemos atingir alguém que está a quilômetros de distancia e até em outro país.

Ao refletirmos sobre os erros do ano que passou, devemos tentar lembrar a quem teríamos ofendido com palavras, ou simplesmente divulgando boatos e mentiras, procurando concertar os danos causados.

Em Rosh Hashana é fundamental concentrar o pensamento nas atitudes, procurando repetir as virtudes e eliminar as falhas.

Este ano, devemos ter em mente durante as orações e festividades, que um jovem judeu ainda está privado de sua tão preciosa liberdade.

Enquanto um só judeu estiver cativo, é como se todos nós judeus estivéssemos cativos!

Refiro-me a Guilad Shalit, o israelense que nesta semana completou seus 24 anos numa prisão do grupo terrorista Hamas, onde encontra-se há mais de 4 anos sem visitas, sequer da Cruz Vermelha.

Falar em paz é falar em respeito mútuo. È falar em humanismo. É falar em amor ao próximo.

Que este ano novo seja cheio de alegrias, saúde, paz e realizações pessoais, com muito orgulho de filhos e netos.

Que o mundo caminhe por avenidas mais largas onde também possam transitar os menos aquinhoados pelo destino.

Que possamos comemorar finalmente a paz justa e definitiva entre árabes e israelenses. Que possamos ter menos desemprego e mais justiça social em nosso Brasil.

Shanah Tovah ! Feliz 5771 !


Fonte desta notícia: www.ruajudaica.com