Gamers: Intel lança plataforma com oito núcleos de 3,2GHz

Codinome Skulltrail,ela tem oito núcleos plataforma voltada a gamemaníacos permite que usuários-desktop escolham entre placas gráficas da ATI ou Nvidia.Lançada pela Intel,terça-feira (19/02)

Voltada a desktops, a plataforma possui dois microprocessadores quad-core, e foi formalmente apresentada, durante a Game Developers Conference, em São Francisco (EUA), como Intel Dual Socket Extreme Desktop Platform.

Cada processador Intel Core 2 Extreme QX9975 tem custo de $ 1.499 dólares, com o valor da placa-mãe desenvolvida para o sistema é de $ 649 dólares,o investimento total (dos dois processadores mais a placa-mãe) é de $ 3.647 dólares. Os componentes já estão no mercado,mas não por aqui.Bem salgado para os padrões Brasileiros

Cada núcleo do processador roda em 3,2GHz, tem 12MB de cache L2 e barramento frontal de 1600 MHz, 45 nm. Mas como a Intel está “boazinha” de quebra ela removeu seu sistema de proteção contra overclocking,para delírio dos interessados!
A Intel entretanto, não garante duração ou eficiência do produto sob overclocking. “A Intel não testou e não garante o funcionamento do processador com estas especificações”, diz a empresa.

Segundo a Intel, alguns fabricantes de PCs voltados ao mercado de games lançarão desktops com o Skulltrail nos próximos 30 dias, incluindo Voodoo, Velocity Micro, Vigor Gaming, Armari, Boxx Tech, Digital Storm, Falcon Northwest e Maingear.
Na mesma onda, a Apple incluiu oito núcleos de processamento em novo modelo da Mac Pro.

É o futuro chegando com processadores inimagináveis até pouco tempo atrás.Vamos aguardar até que apareçam por aqui.

Para saber os detalhes técnicos sobre este processador clique aqui , ou copie e cole este link na barra de endereços do seu navegador
http://www.intel.com/products/processor/core2xe/specifications.htm

fonte: IDG Now!

BR-Linux.org : Pesquisa nacional de hardware: teclados especiais, pen drives e webcams compatíveis com Linux

O texto reproduzido abaixo foi publicado no site BR-Linux.org,reproduzo o texto aqui apenas para divulgar a importância da notícia para usuários do sistema operacional linux e todos que por ventura queiram saber um pouco mais sobre este eficiente e fascinante sistema.

Publicado em Qui, 23/08/2007 – 11:49,no site BR-Linux.org :: Termos de uso

Hoje é o dia dos resultados em teclados especiais e sem fio, webcams e pen drives – embora esta última categoria seja até monótona.

O BR-Linux promoveu durante todo o mês de julho de 2007 a coleta de dados da quarta edição de sua Pesquisa nacional BR-Linux de compatibilidade 2007. Os usuários foram convidados a relatar quais equipamentos e serviços já viram fun

cionar no Linux, com que grau de sucesso e em que distribuição.

Dell + Canonical = Ubuntu 7.04 pré-instalado

A parceria Dell e Canonical deve provocar ondas mais fortes no mundo da TI movimentando bastante o mercado,já que no mundo do SL/CA o Ubuntu é a sensação do momento por ser um S.O bastante amigável,principalmente para desktop. A idéia é comercializar PCs e Notebooks Dell com Ubuntu 7.04 pré-instalado e certificado pela Canonical,segundo o Linux.com.
O Direct2Dell começa o artigo assim(tradução livre):
“Em fevereiro quando a Dell lançou no IdeaStorm o forum para que os clientes contribuam com idéias para nossos produtos, nós recebemos os resultados e constatamos que os clientes querem Linux em seus desktops e laptops. Como parte de um esforço total para atualizar nosso programa de Linux, hoje nós estamos anunciando uma parceria com a Canonical para oferecer Ubuntu em linhas selecionadas de desktops e notebooks para o consumidor.”
Já a Canonical divulgou assim(tradução livre):
“Canonical e Dell estão satisfeitas em anunciar uma parceria para oferecer Ubuntu 7.04 em produtos selecionados para Desktop e Notebook. Esta é uma etapa fabulosa para o avanço do Ubuntu, nossos usuários e clientes. Mais sobre o anúncio está disponível no Web site da Dell, incluindo uma entrevista em video com Mark Shuttleworth fundador do Ubuntu. Nós acreditamos que a decisão da Dell é um endosso forte ao Ubuntu e ao trabalho de muitos no coding, traduzindo e promovendo o open source software. É também um testamento à demanda que existe para Ubuntu.A Canonical está honrada por jogar um papel principal em fazer o Linux mais extensamente disponível a todos.”
Alguns analistas pensam que a oferta incluirá um desktop da linha Dimension “Essential”, um desktop XPS e um laptop Inspiron e-series.É esperar para ver.
Finalizando e conforme foi divulgado no Planeta Ubuntu pelo André Cunha ” A imagem fala mais do que mil palavras! “

“Make yourself free! Ubuntu, it’s the real deal!”

Computador para Todos reduz pirataria

Semana passada ( de 20/11/2006 a 24/11/2006) observamos vários sites de notícias reproduzirem a informação de que o projeto de inclusão digital do governo federal “Computador para todos”que vem com o sistema operacional Linux instalado, não estaria bem das pernas por não vir com o sisteama operacional dominante instalado por padrão neste tipo de computador.Isto estaria acontecendo porque as pessoas que estão adquirindo o “Computador para todos” estaria trocando a Linux,totalmente legalizado,por uma cópia pirata do sistema operacional dominante.Para o leitor comum que não tem informações completas e neutras sobre a questão acaba ficando confuso e sem saber o que fazer de fato para se posicionar ante a confusão gerada pela instituíção,no caso a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes),que provocou tal confusão baseada numa pesquisa no mínimo duvidosa. Vale lembrar que a ABES apesar de ser brasileira é formada por empresas estrangeiras,entre elas a microsoft,que vem criticando o programa desde o início,o que é perfeitamente compreensível,dado que o sistema escolhido não é o deles,e sim software livre.
O assunto é importante e lendo o artigo do Rafael Evangelista,na coluna zona de combate na Dicas-L considerei a explicação dele muito boa e esclarecedora,então entrei em contato por email com ele e fui autorizado a reproduzir na íntegra o conteúdo do artigo,contribuíndo assim com a divulgação correta da questão.Boa Leitura.

Computador para Todos reduz pirataria

Por Rafael Evangelista

No último dia 21, circularam fortemente pelos veículos de comunicação dados de uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) ao instituto Ipsos. O objetivo era avaliar o programa Computador para Todos, do governo federal. A Abes, que é brasileira no nome, é uma associação formada também por empresas estrangeiras, entre elas a Microsoft e tem feito, desde o início, críticas ao programa.

O Computador para Todos oferece redução de impostos e boas condições de financiamento para facilitar a compra de PCs pela classe C. Uma das exigências feitas aos fabricantes, que ganham com a redução dos impostos, é que esses computadores sejam vendidos somente com softwares livres. A Abes é contra essa exigência e tem afirmado que cabe ao comprador o “direito de escolha” do sistema operacional e aplicativos. A Microsoft chegou a oferecer o seu Windows Starter Edition, aquela versão bastante limitada do sistema, que abre no máximo três aplicativos simultaneamente.

De uma maneira geral, o que a imprensa destacou foi que 73% dos entrevistados afirmaram que trocaram o sistema operacional livre pelo Windows da Microsoft. O título das matérias não variou quase nada, foi de dizer que “Usuários do Computador para Todos trocam Linux por Windows” (Estadão) a “Computador para Todos: 73% trocam Linux por Windows” (IDGNow), passando por “Pirata domina programa de inclusão” (Gazeta Mercantil/InvestNews). No corpo das matérias, quase invariavelmente apareceram declarações do presidente da Abes, Jorge Sukarie, afirmando que o programa priva os usuários de opções. A declaração mais repetida nas matérias derivou ou foi transcrita literalmente de um comunicado do presidente da Abes: “A Abes, em diversas oportunidades, já havia se manifestado no sentido de que a oferta de uma solução única, cerceando a liberdade de escolha do sistema operacional por parte do usuário do programa Computador para Todos, acabaria induzindo e estimulando o consumidor ao grave crime de pirataria de software, cujas penas estão previstas pela legislação federal”.

Observando-se as matérias e a pesquisa original, publicada no site da Abes (http://www.abes.org.br/computadorparatodos.pdf), é possível fazer alguns comentários sobre as características da circulação da informação jornalística e sobre a força de alguns atores na promoção de uma determinada leitura dos dados. Não que os dados divulgados não comportem as interpretações que foram divulgadas, mas muita coisa interessante ficou de fora e há a predominância de uma determinada leitura, a da Abes, que é reproduzida em diversas matérias. O resultado são vários artigos tecnicamente corretos – alguns amplos, ouvindo também fontes do governo e empresariais, o popular “outro lado” – só que todos mais ou menos iguais.

Ao que parece, funcionou mais ou menos assim: a Abes divulgou a pesquisa e um comunicado, dizendo que os resultados mostravam que o Computador para Todos com software livre levava à pirataria – praticamente um “eu te disse”. Ninguém procurou olhar a pesquisa com mais atenção, buscando outro ponto de vista que não o da indústria. Os entrevistados, por sua vez, muito provavelmente pegos de surpresa, também não conseguiram – ou não tiveram chance – de questionar a visão da Abes. Depois de espalhada as primeiras matérias pelos veículos principais, outros apenas parafrasearam o que foi divulgado.

Há vários fatores que levam a essa dinâmica da notícia pasteurizada e que responde ao interesse de alguns poucos: as redações estão enxutas demais; o jornalista é obrigado a produzir muito e em pouco tempo; é mais fácil seguir a visão de um grande anunciante (ou de uma associação deles) do que buscar um ponto de vista alternativo; as assessorias de imprensa são fortes e entregam releases que são matérias praticamente prontas; entre outros. A tudo isso, soma-se o mito de que, ao jornalista, cabe somente ouvir os “dois lados” que sua missão está cumprida, foi produzida uma matéria “imparcial”. Porém, dessa forma, a análise e a reflexão, que servem para basear a abordagem e o recorte a serem dados ao fato noticiado, ficam à cargo de quem emitiu o release. Tentando ser “neutro”, o jornalista acaba por reproduzir uma interpretação dominante.

Sucesso ou fracasso?

Então vejamos os dados do levantamento encomendado pela Abes. Em primeiro lugar, é preciso falar do método de pesquisa utilizado. Foram realizadas 502 entrevistas por telefone e os entrevistados foram divididos em dois grupos: os responsáveis pela compra e os principais usuários da máquina adquirida. Cada entrevista levou, em média, 25 minutos. Apenas os estados do Paraná e de São Paulo foram objeto da pesquisa – e o relatório não informa a quantidade de entrevistados em cada um. Isso significa dizer que os dados não podem ser extrapolados diretamente para o resto do país, embora sejam indicativos de um processo geral. A margem de erro é de 4,3 pontos, para cima ou para baixo.

Dos entrevistados, 86% afirmaram ser esse o primeiro computador da casa. Do total, a maioria pertence às classes C (56,4%) e D (13,3%), público-alvo do programa, e poucos (dois entrevistados, 0,4%) à classe E. O restante pertence às classes B e A.

É interessante notar que os dois atrativos principais declarados para a compra foram as condições de parcelamento e o preço do produto. Apenas um dos entrevistados declarou ter comprado à vista. Em quinto lugar foi declarado o sistema operacional GNU/Linux pré-instalado como chamariz para a aquisição do produto.

O dado mais explorado da pesquisa foi lido de modo superficial, dando origem à idéia equivocada de que o programa incentiva a pirataria. Dos entrevistados, 73% afirmaram ter substituído o sistema livre por Windows. Porém, destes, somente 1% declarou ter pago mais de R$ 150 pelo sistema. Assumindo-se, como na pesquisa, que um Windows custa pelo menos R$ 400 reais, é evidente que trata-se de uma cópia ilegal. No entanto, isso não significa que é o programa que está levando as pessoas a cometerem a ilegalidade. Na verdade, o Computador para Todos está fazendo com que 30% da pirataria seja evitada, pelo uso de sistemas livres.

Para uma população que tem, de acordo com a pesquisa, renda familiar média entre R$ 2500 (classes A e B) e R$ 1150 (classe C), um sistema de computador que custa, pelado, sem os aplicativos mínimos, R$ 400 não é uma opção. No programa, o GNU/Linux concorre com um sistema que, na prática, ou é gratuito ou custa muito pouco, já que é obtido ilegalmente. E, some-se a isso, o fato de o Windows ser amplamente disseminado e contar com uma rede ativa de “técnicos informais”. Dos entrevistados, 18% trocaram de sistema usando serviços da própria loja em que o computador foi vendido, ou seja, o próprio vendedor foi até à casa do comprador e instalou o sistema ilegal.

O Computador para Todos é um programa com deficiências. A principal delas talvez seja a má qualidade de algumas distribuições livres que equipam as máquinas e de parte do suporte técnico oferecido. Mas dizer que o programa é ruim está muito longe da realidade. Ninguém bateu nessa tecla, mas a primeira conclusão destacada na pesquisa Ipsos é que “Computador para Todos tem atingido seus objetivos gerais de incentivo à venda de computadores para a população menos favorecida, através da redução do seu preço primário e da facilidade das condições de pagamento do computador. O programa, de fato, tem atingido a classe C, o público-alvo do programa.”.

Calcula-se que tenham sido vendidas, só no início deste semestre, 256 mil máquinas pelo programa. Se imaginarmos que 30% continuam usando GNU/Linux são quase 80 mil computadores por semestre que passam a usar sistemas livres. É um número alto, que contribui para diminuir a diferença entre os sistemas proprietários e livres. Historicamente os sistemas livres nunca corresponderam a mais de 10% dos sistemas instalados. De acordo com outra pesquisa recente, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (http://www.nic.br/indicadores/usuarios/tic/2006/rel-geral-04.htm), somente 1,45% dos desktops brasileiros são equipados com GNU/Linux. E essa pesquisa mostra outro dado interessante, que a maior porcentagem de uso está na classe C (1,95%), e a menor na classe A (0,18%).

O uso ilegal de sistemas deve sim ser combatido. No entanto, não cabe ao governo ajudar a distribuir ou oferecer facilidades a um produto que já monopoliza o mercado. Principalmente porque já existe uma alternativa de qualidade, que funciona muito bem, e que institui um sistema de circulação de bens intangíveis muito mais ético e solidário, o software livre. Tendo o computador em mãos, cabe ao consumidor decidir se quer continuar usando o sistema livre ou se quer obter uma licença proprietária a preços exorbitantes. O governo deve fiscalizar e punir as cópias ilegais, mas não pode emperrar ou encarecer um programa de inclusão digital só porque uma empresa quer. Esse programa, inclusive, dá acesso único às funcionalidades do computador, pois inclui não só o sistema operacional, mas também um conjunto grande de aplicativos e seus códigos, livres. Se as máquinas fossem distribuídas somente com o sistema operacional, sem os aplicativos, aí sim haveria incentivo à pirataria, não do Windows, mas dos aplicativos proprietários.

Além do mais, a possibilidade de a Microsoft integrar o programa nunca esteve fechada. Basta oferecer seus softwares com uma licença livre.

Sobre o autor

Rafael Evangelista é cientista social e linguista. Sua dissertação de mestrado tem o título Política e linguagem nos debates sobre o software livre. É editor-chefe da revista ComCiência e faz parte de algumas iniciativas em defesa do software livre como Rede Livre, Hipatia e CoberturaWiki.

Links úteis:

http://www.softwarelivre.rj.gov.br/

http://www.suportelivre.org/

http://twiki.softwarelivre.org/

http://br.tldp.org/

http://codigolivre.org.br/

http://www.onlinux.com.br/dicas/lnag/

http://www.lpibrasil.com.br/

http://focalinux.cipsga.org.br/

http://www.rau-tu.unicamp.br/linux/

http://www.devin.com.br/eitch/tlm4/


Desktop ou Notebook?


Todo mundo sabe: laptop (notebook) é um computador portátil.Lógicamente se formos perguntar para um habitante lá da somália o que é um laptop,infelizmente é provável que ele ainda não saiba,o motivo por favor peço que vocês leiam este artigo meu
Continuando no tema proposto,Desktop ou Notebook?,observamos uma necessidade básica em estar conectado com o mundo,as novidades,as novas tecnologias,a política,os negócios, ou mesmo o que foi postado em nosso “scrapbook”,ou simplesmente para ler emails (é, muita gente só usa computador para ler email!).É este tipo de sensação que permeia todas as pessoas das grandes metrópoles.É a síndrome da informação,ou seja,se eu não estou conectado sou um “excluído digital”,este é um pensamento comum,mas não objetivamente consciente porque já está no inconsciente coletivo das massas forçadamente pelas grandes empresas e pelo marketing cuidadosamente elaborado.Isto é ruim?Não absolutamente não.A questão fundamental prende-se ao fato de proporcionar ao maior número possível de pessoas o mesmo benefício,afinal as “grandes empresas” sabem que terão de dar um passo mais contundente com relação aos excluídos digitais,isto está perfeitamente claro,a econômia mundial,globalizada,depende de mais consumidores a fim de poder expandir seus horizontes,seus lucros,seu crescimento sustentável,que para eles siginifica uma coisa e para o cidadão comun siginifica outra bem diferente.É um assunto polêmico,como tantos outros,este particularmente está na crista da onda porque fica diretamente ligado com a questão da educação,alicerce básico da formação humana,o ingrediente que nos diferencia dos animais,o raciocínio,a inteligência,o discernimento,enfim o detalhe do “eu sei que sei que nada sei”!
Parece que me afastei muito do objetivo do assunto em questão,mas não,foi proposital,tendo em vista a necesidade de aproximar as pessoas através da tecnologia da informação com mobilidade total,fazer com que as pessoas troquem informações,porque somente assim,penso eu,ficará mais fácil de ultrapassarmos este estágio de miséria em que nos encontramos,como citei em meu último artigo,um cidadão usando laptop de R$ 10.000,00 e ao lado uma pessoa(adulto ou criança) passa fome!
Numa visão quase utópica,reafirmo,quase!Imaginemos todas as escolas,universidades,instituíções de ensino e pesquisa (incluíndo bibliotecas,etc) conectadas com acesso ilimitado para qualquer cidadão do planeta,digo para qualquer cidadão em qualquer parte do planeta não importanto a distância,o que só é possível com conexão sem-fio.Está aí a importância do laptop(e do celular e dos satélites!!!)!
E onde fica o desktop diante de um quadro deste?Claro que ele tem sua importância e acredito que continuará existindo por muito tempo,independente do avanço dos processadores,memórias,HD’s,placas-mães,etc.Fico imaginando que com a popularização dos computadores todos terão um PC em casa,todos,conectados através de redes locais no lugar onde estão,e o poder de uma rede pode estar num conceito muito legal desenvolvido recentemente :
Computação em grade ( Grid Computing ) .
Tudo isto já é possível e muito mais,basta algum interesse econômico para as “grandes empresas” e os governos,basta parar de disperdiçar recursos com guerras sem sentido,basta um pouco de fraternidade com o próximo.Desculpe-me filosofar utópicamente.
Como faço parte da comunidade de SL/CA (software livre/código aberto) e tentando contribuir de uma forma mais prática,disponibilizo uma lista de laptops compatíveis com linux conforme relatado numa notícia lá no br-linux.
A lista é muito simples,mas ajuda quem quiser utilizar laptop com linux,particularmente Ubuntu e não sabe qual modelo,dos 20 citados 16 usam Ubuntu(gnome)/kubuntu(KDE) 6.06 LTS, dapper,talvez exista outros modelos neste caso é só me informar que eu atualizo a lista.Escolha o seu :

Modelos de notebook/laptop para linux :

1- HP Nx9010 ( P4 2.4 Ghz, 512 RAM, etc. )- Ubuntu

2- Dell Inspiron 1300 – Ubuntu

3- Dell Inspiron 5100 – Fedora 5

4- Dell Latitude D510 – Ubuntu

5- Acer Aspire 3201NWLMi – Kubuntu (kurumin tb por CD)

6- Sony Vayo e Toshiba Satellite – Debian GU/Linux >> SID e o TESTING

7- HP pavilion zt3000 – Ubuntu

8- ACER ASPIRE 5043 – Ubuntu & Opensuse 10.1

9- Dell Latitude 110L – Kubuntu

10- HP Pavilion zv5466 – Ubuntu

11- Compaq v2424nr (v2000) – Ubuntu

12- HP L2005 (Armstrong) – Ubuntu

13- Compaq Presario v2000 Turion 64 – Ubuntu

14- Dell Latitude 120L – Ubuntu

15- HP Pavilion ZE5400 – Ubuntu

16- Notebook “Aspire 3003WLMi” – Ubuntu (“Sucesso!!!”)

17- Acer TravelMate 2423WXCi – Ubuntu

18- notebook “jumbo-sized” da Indus – Mandriva 2005/2006

19- Dell Inspiron 700m – OpenSuSe 10.1 (“rodou muito bem”)

20- DELL D820 – Ubuntu

fonte : http://br-linux.org/linux/e-hora-de-trocar-o-desktop-por-um-notebook-quais-modelos-funcionam-bem-com-linux

Mas se teu negócio é um macbook,sem problemas dá uma lida aqui!


“Equipado com um processador Intel de núcleo duplo com 2,0 ou 2,16 GHz. Até cinco vezes mais rápido que um PowerBook G4 e com largura de banda gráfica oito vezes superior. iSight integrada para videoconferência móvel instantânea. Front Row e Apple Remote para impressioar a todos no ambiente. Agora disponível em modelos de 15 e 17 polegadas.”
– Core Duo 2,16GHz
– Uma FireWire 400
– Uma FireWire 800 (17 ‘)
– Três portas USB 2.0 ( 17′, duas 15′)
– Tela de 15 ou 17 pol.
– 2,54 kg ou ( 3,1 kg 17′)
– SuperDrive 4x
– SuperDrive DL 8x ( 17′)

Fonte : Apple

A escolha é sua,Desktop ou Notebook?