Vídeo: Portugal puxa a orelha da Finlândia

Um vídeo do youtube falando de Portugal e ensinando solidariedade aos Finlandeses.

Video – Como nasceu nosso planeta-Yellowstone

Um excelente documentário que mostra uma das composições geológica mais perigosas da Terra no Parque Nacional Yellowstone, EUA.

Planeta Inóspito, com mudança climática

O site BBC Brasil divulgou uma notícia interessante sobre mudanças climáticas, o assunto em questão vem de duas universidades que realizaram estudos sérios e concluíram que a coisa vai ficar quente por aqui, não para nós vivendo agora, mas para nossos descendentes. Será que alguém vai se importar com isso? Eu particularmente acredito que não. Abaixo a notíca transcrita.

‘Meio mundo pode ficar inóspito com mudança climática’, diz estudo

“Uma implicação disso é que cálculos recentes do custo das mudanças climáticas sem mitigação (medidas para combatê-las) são baixos demais.”

DesertoEm termômetros úmidos, temperaturas de desertos não são tão altas

O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos, de acordo com um estudo das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, que leva em conta os piores cenários de modelos climáticos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, afirma ainda que, embora seja improvável que isso aconteça ainda neste século, é possível que já no próximo, várias regiões estejam sob calor intolerável para humanos e outros mamíferos.

“Descobrimos que um aquecimento médio de 7ºC causaria algumas regiões a ultrapassar o limite do termômetro úmido (equivalente à sensação do vento sobre a pele molhada, e um aquecimento médio de 12ºC deixaria metade da população mundial em um ambiente inabitável”, afirmou Peter Huber, da universidade de Purdue.

Os cientistas argumentam que ao calcular os riscos das emissões de gases atuais, é preciso que se leve em conta os piores cenários (como os previstos no estudo).

‘Roleta russa’

Quando o professor Huber fala em um aquecimento médio de 12ºC, isso significaria aumentos de até 35ºC no termômetro úmido nas regiões mais quentes do planeta.

Atualmente, segundo o estudo, as temperaturas mais altas nesta medida nunca ultrapassam 30ºC. A partir de 35ºC no termômetro úmido, o corpo humano só suportaria algumas horas antes de entrar em hipertermia (sobre-aquecimento).

Huber compara a escolha a um jogo de roleta russa, em que “às vezes o risco é alto demais, mesmo se existe apenas uma pequena chance de perder”.

O estudo também ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas.

“Mas quando se mede em termos de picos de estresse incluindo umidade, isso se torna falso”, afirmou o professor Steven Sherwood, da universidade de New South Wales.

Calcula-se que um aumento de apenas 4ºC medidos por um termômetro úmido já levaria metade da população mundial a enfrentar um calor equivalente a máximas registradas em poucos locais atualmente.

Os autores também afirmam que um aquecimento de 12ºC é possível através da manutenção da queima de combustíveis fósseis.

Sol: Ejeções de massa coronal

Este tipo de notícia vem sendo divulgada constantemente pelas redes de Tv por assinatura através de documentários que tem vários especialistas explicando o assunto. O que basicamente acontece é que uma vez a cada 11 (onze) anos o sol entra em um estado de atividade máxima, a próxima tempestade solar esta prevista, curiosamente, para o ano de 2012, este comportamento do nosso astro rei vem acompanhado de vários fenômenos, sendo o mais importante e preocupante as ejeções de massa coronal, que “são  explosões na superfície do sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético. As ejeções de massa coronal, que são partículas de altas energias, lançadas no espaço interplanetário podem transportar 10 bilhões de toneladas de gás eletrizado e superam a velocidades de um milhão de quilômetros por hora. Quando atingem a Terra, a magnetosfera do planeta desvia a maior parte da radiação, mas uma parte pode chegar à atmosfera superior, causando as tempestades geomagnéticas”.

Tempestade Solar

Ejeção de massa coronal em direção a Terra

As ejeções coronais de massa viajam a aproximadamente 1 milhão km/hr e levam de um a quatro dias para alcançar a Terra. Quando atingem a Terra, têm milhões de quilômetros de extensão e podem causar danos a satélites, erro no posicionamento de navios e aviões de vários quilômetros, tanto pelo sistema GPS (Global Positioning System) quanto pelos sistemas Loran e Omega, danos às redes de energia elétrica, induzindo voltagens de milhares de volts e queimando transformadores. Aumentam também a incidência de radiação ionizante nas pessoas, principalmente em vôos de alta altitude, como vôos supersônicos e astronáuticos.

No G1 saiu esta semana uma notícia sobre o tema, isso significa que a atividade solar aumentou e está chamando atenção da mídia popular que normalmente não se interessa por ciência, clique aqui para ler a notícia no G1

Fontes: G1 , CED.UFSC.BR , Wikpedia

As ejeções coronais de massa viajam a aproximadamente 1 milhão km/hr e levam de um a quatro dias para alcançar a Terra. Quando atingem a Terra, têm milhões de quilômetros de extensão e podem causar danos a satélites, erro no posicionamento de navios e aviões de vários quilômetros, tanto pelo sistema GPS (Global Positioning System) quanto pelos sistemas Loran e Omega, danos às redes de energia elétrica, induzindo voltagens de milhares de volts e queimando transformadores. Aumentam também a incidência de radiação ionizante nas pessoas, principalmente em vôos de alta altitude, como vôos supersônicos e astronáuticos.