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Sol: Ejeções de massa coronal

23/03/2010

Este tipo de notícia vem sendo divulgada constantemente pelas redes de Tv por assinatura através de documentários que tem vários especialistas explicando o assunto. O que basicamente acontece é que uma vez a cada 11 (onze) anos o sol entra em um estado de atividade máxima, a próxima tempestade solar esta prevista, curiosamente, para o ano de 2012, este comportamento do nosso astro rei vem acompanhado de vários fenômenos, sendo o mais importante e preocupante as ejeções de massa coronal, que “são  explosões na superfície do sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético. As ejeções de massa coronal, que são partículas de altas energias, lançadas no espaço interplanetário podem transportar 10 bilhões de toneladas de gás eletrizado e superam a velocidades de um milhão de quilômetros por hora. Quando atingem a Terra, a magnetosfera do planeta desvia a maior parte da radiação, mas uma parte pode chegar à atmosfera superior, causando as tempestades geomagnéticas”.

Tempestade Solar

Ejeção de massa coronal em direção a Terra

As ejeções coronais de massa viajam a aproximadamente 1 milhão km/hr e levam de um a quatro dias para alcançar a Terra. Quando atingem a Terra, têm milhões de quilômetros de extensão e podem causar danos a satélites, erro no posicionamento de navios e aviões de vários quilômetros, tanto pelo sistema GPS (Global Positioning System) quanto pelos sistemas Loran e Omega, danos às redes de energia elétrica, induzindo voltagens de milhares de volts e queimando transformadores. Aumentam também a incidência de radiação ionizante nas pessoas, principalmente em vôos de alta altitude, como vôos supersônicos e astronáuticos.

No G1 saiu esta semana uma notícia sobre o tema, isso significa que a atividade solar aumentou e está chamando atenção da mídia popular que normalmente não se interessa por ciência, clique aqui para ler a notícia no G1

Fontes: G1 , CED.UFSC.BR , Wikpedia

As ejeções coronais de massa viajam a aproximadamente 1 milhão km/hr e levam de um a quatro dias para alcançar a Terra. Quando atingem a Terra, têm milhões de quilômetros de extensão e podem causar danos a satélites, erro no posicionamento de navios e aviões de vários quilômetros, tanto pelo sistema GPS (Global Positioning System) quanto pelos sistemas Loran e Omega, danos às redes de energia elétrica, induzindo voltagens de milhares de volts e queimando transformadores. Aumentam também a incidência de radiação ionizante nas pessoas, principalmente em vôos de alta altitude, como vôos supersônicos e astronáuticos.
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